Erros no assentamento de porcelanato: saiba como evitar

Seja na construção de uma casa ou em uma pequena reforma, o acabamento costuma ser a fase mais aguardada. Nessa etapa a obra ganha forma, e o projeto do arquiteto vai se tornando visível para o cliente depois de tanto tempo de espera. No entanto, é preciso que o pedreiro/azulejista seja cuidadoso para que o acabamento fique bem feito. Caso contrário, a expectativa do cliente se transforma em dor de cabeça e prejuízo.

O porcelanato é um dos revestimentos preferidos dos projetos residenciais modernos. Seu acabamento vitrificado proporciona muita sofisticação ao ambiente. Por ser um produto cerâmico composto, basicamente, pela mistura de argila e quartzo prensados a altas temperaturas (em torno de 1.300 graus centígrados), seu custo é superior aos de outros tipos de revestimento, como o cimento queimado, a cerâmica e, até mesmo, o granito.

Mesmo sendo mais caro, o porcelanato é considerado um investimento que compensa, por oferecer resistência a desgastes, ser de fácil limpeza e possuir versatilidade decorativa.

Tanto investimento pode acabar gerando prejuízo se o assentamento do piso não for feito da maneira correta. A técnica é fundamental para que o piso não fique desnivelado, torto ou sem paginação.

Se esses erros forem constatados após o assentamento, não há medida corretiva: é preciso quebrar tudo e refazer do zero, pois não há como retirar as placas sem gerar danos ao porcelanato.

Dicas para acertar no assentamento de porcelanato

Se isso for necessário, com certeza o cliente vai procurar por outra mão de obra, além de todo o transtorno gerado com a compra de novos materiais. Estando atento a apenas três dicas você pode garantir que isso não ocorrerá:

#1 Cálculo incorreto: é melhor sobrar do que faltar

O piso não pode ser calculado de acordo com a medida exata do ambiente. Ao escolher qualquer piso cerâmico é preciso considerar uma reserva, inclusive para o rodapé. Quando você solicita a quantidade correta (já com as sobras), isso garante que as caixas do material sejam do mesmo lote; ou seja, virão iguais, sem alteração de tonalidade.

Se você não considerar um excedente, o porcelanato comprado depois pode não ser esteticamente compatível com o que já foi aplicado, e o resultado de “emenda mal feita” vai incomodar os olhos.

A sugestão é conferir o material junto ao cliente. Se alguma placa estiver com defeito, ou se não estiver plana, ele deve solicitar a troca na loja de material de construção ou considerar mais peças ao calcular a sobra.

#2 Nivelamento

Essa etapa é importante não só pela estética, mas, também, por medida de segurança. Se houver um declive nas placas, as pessoas podem tropeçar. Por isso é necessário iniciar os trabalhos pelo nivelamento do contrapiso.

Existem niveladores de piso que ajudam a garantir o alinhamento do revestimento de acordo com o nível do piso e espaçamento adequado entre as peças. Isso permite gastar a metade do tempo que seria preciso para fazer o nivelamento sem o auxílio da ferramenta.

#3 Capriche no Rejunte

Essa é uma etapa de acabamento que fará toda a diferença no resultado. O uso da espátula ajuda a evitar a possibilidade de falhas nessa etapa, pois permite preencher o espaço entre as frestas das placas. Ao mesmo tempo, com o uso do frisador, remove o excesso de rejunte, dando um toque final ao acabamento. Além disso, a espátula é ergonômica e faz com que o esforço do assentador seja realizado na região do pulso, e não na ponta dos dedos.

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Como vimos, a escolha do porcelanato não pode ser feita pelo cliente que deseja economizar a todo custo. A aplicação será resultado de um conjunto de fatores, dentre eles a escolha de bons materiais e a qualidade da mão de obra.

A Inove sua Obra tem o compromisso de oferecer materiais selecionados para sucesso do seu trabalho. Conte com a gente sempre que precisar. Para o melhor custo-benefício na sua construção, visite nossa loja online.

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